Senador diz que há no País “um apelo candente por mudanças”

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O senador Alvaro Dias aproveitou essa quarta-feira de cinzas (18/2) para cobrar, em plenário, as mudanças exigidas pela sociedade brasileira: “Diz a lenda que o Brasil começa a trabalhar depois do carnaval. Este é sem dúvida um momento de responsabilidade, de seriedade, porque certamente o País não aceitará o oportunismo eleitoreiro num momento de convulsão social”.

Segundo o senador, em todas as cidades brasileiras, há, hoje, um apelo candente por mudanças que não podem ser ignoradas. Mudanças que, aliás, foram prometidas pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral: “Os responsáveis pelo marketing oficial perceberam que havia uma apelo por mudança, e a presidente Dilma acabou roubando o discurso da oposição, lançando o mote ‘Muda Mais’. De lá para cá, este movimento cresceu e ganhou proporções inesperadas. Aonde se vai ouve-se o apelo por mudanças. E a palavra impeachment tem sido pronunciada, certamente como expressão da vontade popular. O que se deseja no País é mudar, ma não mudar apenas a presidente. Precisamos mudar o modelo promíscuo, do balcão de negócios, que levou o País a uma crise econômica de profundidade ímpar”, destacou.

Para Alvaro Dias, com os recentes aumentos de impostos e no preço dos combustíveis, o que se pretende é “transferir à sociedade a crise, que é filha da incompetência gerencial”. O senador lembrou que, no ano 2000, a carga tributária corrrespondia a 30,4% do Produto Interno Bruto e, hoje, corresponde a 35,95% do PIB. Nos Estados Unidos, essa proporção é de 25,4%; no Chile, 20,2% e no México é de 19,76% do PIB. “A diferença é que nesses países, além de pagar menos impostos, os cidadãos têm serviços públicos de qualidade superior. Aqui no Brasil, a carga tributária vem crescendo, cada vez mais, e esmagando os setores produtivos, impiedosamente, mas o governo, diante da crise, estica o braço longo e a mão grande no bolso do contribuinte para tapar os buracos da sua própria incompetência. Além disso, as mudanças essenciais reclamadas pela população não ocorrem; não há reforma administrativa para reduzir tamanho da máquina pública. Por essa razão que apresentamos projetos para reduzir o tamanho do Poder Legislativo; projetos que venho reapresentando desde 1999 para reduzir o número de parlamentares. Com um Legislativo mais enxuto, econômico e qualificado, teremos mais autoridade para criticar os excessos cometidos pelo Poder Executivo. Não podemos exigir reformas na casa do vizinho, sem reformar a nossa, que está em queda de credibilidade. O grande equívoco é não realizar as reformas. O País depende delas para retomar o seu crescimento. Queremos que este Congresso assuma a responsabilidade pelas reformas”, finalizou.

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