Para especialista, não basta aumentar gastos com a educação; é preciso investir em medidas de gestão

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Na sétima e última audiência pública para debater o Plano Nacional de Educação (PNE), relatado pelo senador Alvaro Dias (PSDB/PR), a Comissão de Educação ouviu, nesta quinta-feira (07/11), dois especialistas em educação que vieram contribuir com sugestões para o aperfeiçoamento do projeto.

O primeiro debatedor, Naércio Menezes Filho, professor titular e coordenador do Centro de Políticas Públicas do INSPER (Instituto de Ensino e Pesquisa), falou sobre o receio de que o PNE seja apenas um plano de intenções, sem responsabilização para os que não cumprirem as metas. Mas o senador Alvaro Dias voltou a anunciar que pretende criar, junto com o plano, um Estatuto de Responsabilidade Educacional.

Naércio Menezes criticou os critérios que são usados hoje para avaliar alunos e disse que a única forma de combater a pobreza e distribuir renda é igualar a qualidade de educação das escolas públicas e privadas. O especialista também discordou da meta do PNE que incentiva a educação integral: “O que precisamos é de medidas de gestão com famílias que motivem, além de diretores e professores que criem um clima de aprendizado. Não é necessário mais tempo na escola”, disse.

Segundo o professor, só aumentar gastos com a educação não significa que a educação vá melhorar no país: “Há municípios que gastam duas vezes mais do que outros e não apresentam notas maiores no Ideb. O foco tem que estar no aprendizado e na valorização do professor”.

Foto: Luiz Wolff

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