“Manifestações reforçaram tese do impeachment e convocaram lideranças políticas para ir às ruas”

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As manifestações deste domingo que levaram milhares de pessoas às ruas para protestar contra a corrupção e o governo foram um sinal claro de que, apesar do menor número de pessoas, houve um aumento dos que defendem o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Foi o que disse o líder da oposição, senador Alvaro Dias(PSDB/PR), em discurso no plenário, nesta segunda-feira(14/4).

“Não se iluda o governo porque esta manifestação defendeu com mais ênfase impeachment da presidente da República. A pesquisa Datafolha constatou essa realidade – 63% dos brasileiros opinam favoravelmente à instauração de um processo de perda de mandato. Portanto, não há por que ignorar esse apelo e essa aspiração popular”, disse.

O senador também destacou que, se antes achava que a oposição não deveria participar dos protestos para que a manifestação fosse uma força das ruas – e apartidária, agora mudou de ideia. “A população que vai às ruas cobra a presença das lideranças políticas, portanto, não há razão para nossa ausência nas manifestações. Nós devemos comparecer aos protestos, até porque vemos nascer nas ruas uma nova nação, mais consciente e politizada, que sabe o que quer, que busca mais do que pede, e que exige mudanças radicais para melhorar o Brasil”, destacou.

Para Alvaro Dias, o governo não tem oferecido respostas à sociedade, motivo pelo qual a insatisfação tem aumentado. Mas,segundo ele, o Congresso também precisa contribuir e dar respostas. O senador defendeu a votação da PEC de sua autoria que reduz o número de senadores de três para dois por estado. A proposta também reduz em 20% o número de deputados federais.

As medidas diminuiriam as despesas do Legislativo e dariam mais legitimidade e representatividade ao Poder Legislativo: “Nós pretendemos ter um Legislativo mais enxuto, mais econômico e mais qualificado, valorizado, certamente mais respeitado pela população. Essa redução não compromete a democracia. Nós não estamos propondo a extinção dos instrumentos democráticos a serviço da coletividade. Estamos, ao contrário, pretendendo valorizá-los”.

Foto: Gerdan Wesley

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