Na audiência sobre o PNE, críticas à desvalorização do trabalho de professores pelo Ministério da Educação

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A Comissão de Educação está realizando, na manhã desta quinta-feira (31), a quinta audiência pública programada para debater o Plano Nacional de Educação, relatado pelo senador Alvaro Dias e que englobará as diretrizes e metas do setor educacional brasileiro para os próximos dez anos. Na abertura da reunião, o primeiro a expor seu ponto de vista sobre o cenário da educação no País foi o professor Edgar Flexa Ribeiro, vice-presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), que apresentou uma posição crítica a respeito do desprestígio com que os profissionais da educação são tratados no Brasil. Flexa Ribeiro afirmou que o momento atual é de total desprestígio governamental para a função do professor, o que, para ele, é grave, já que os professores representam a “essência do processo educacional”. Para o vice-presidente da FENEP, o Plano Nacional de Educação não pode deixar de fora a questão da valorização do magistério, e não apenas com a melhoria salarial, mas, principalmente, com o respeito ao trabalho do professor. “Eu nunca vi um governante solicitar uma rede nacional de rádio e televisão para homenagear os professores por seu dia, o que mostra o quanto o magistério hoje está sendo desprestigiado, o quanto está sendo proletarizado, o quanto os formuladores de políticas públicas no setor educacional estão cegos. Se não pararmos para pensar com objetividade na situação do magistério, todos os planos vão tender a dar resultados medíocres. O Brasil está precisando pensar sua educação acima daquilo que o Ministério da Educação tem feito nos últimos anos. O problema da educação brasileira é de política, de crescimento, de liberdade, de acesso ao conhecimento. Hoje em dia temos professor apanhando em sala de aula. Enquanto isso ocorrer, é sinal de que nada que a gente fizer aqui vai gerar o resultado que se espera”, afirmou o professor Edgar Flexa Ribeiro.

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