Leilão do pré-sal ou leilão do patrimônio dos brasileiros?

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Em pronunciamento da Tribuna nesta terça-feira (22), o senador Alvaro Dias acusou a presidente Dilma de usar o leilão do Campo de Libra, realizado ontem, para conseguir recursos e, com isso, poder fechar as contas do governo. Segundo o senador, a importância do leilão para o governo é muito mais fiscal do que de expansão da produção nacional de petróleo. “A contabilidade criativa utilizada em outros exercícios já não é mais suficiente, e o governo dilapida um patrimônio público extraordinário com o objetivo de buscar recursos para atender a demanda do superávit primário”, afirmou Alvaro Dias, em referência aos R$ 15 bilhões que serão arrecadados a título de bônus de assinatura. O senador paranaense também estendeu as críticas ao fato de não ter havido concorrência, já que apenas um consórcio fez um lance no leilão. Para ele, o governo está “abusando da generosidade e subestimando a inteligência do povo brasileiro” ao proclamar o sucesso de um leilão que, na verdade, nunca existiu. “O primeiro leilão do pré-sal, sem competição, sem ágio, precipitado, com açodamento puro, teve uma importância meramente fiscal. O governo reforçou seu caixa com um imediatismo desprovido de visão estratégica, traduzido ainda num ufanismo talhado pelo marketing”, disse o senador, completando seu discurso afirmando que a privatização foi um malogro, porque houve desistências de diversos grupos, o que, segundo Alvaro Dias, confirma a tese de que houve precipitação. “O governo não deveria se apressar em leiloar esse patrimônio sem uma avaliação mais técnica e completa da sua potencialidade”, completou.

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