Empreiteiros confessam ter pago R$ 20 milhões de propina ao PT por contratos da Petrobras para obra no Paraná

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Segundo reportagem da Revista Época, que expõe o conteúdo da delação premiada de Augusto Mendonça e Júlio Camargo, diretores da empreiteira Toyo, mostra que foi revelado à Polícia Federal, em detalhes, como eram realizados os pagamentos de propina ao caixa do PT – no Brasil e em contas secretas – e ao ex-diretor de Serviços da estatal Renato Duque, indicado ao cargo pelo partido. É a primeira vez que empreiteiros admitem ter pago propina ao partido. De acordo com Época, os pagamentos ao PT no exterior foram feitos, segundo o executivo Augusto Ribeiro de Mendonça, da Toyo Setal, em uma conta chamada “Marinelo”, indicada pelo diretor Renato Duque. Em um contrato de R$ 2,8 bilhões firmado com a Petrobras para obras na Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas), no Paraná, Augusto afirmou que seu colega Júlio Camargo pagou R$ 20 milhões para a “Marinelo”.

Há mais de cinco anos o senador Alvaro Dias vem cobrando das autoridades a apuração de denúncias de desvio de dinheiro público nas obras de ampliação da refinaria Presidente Getúlio Vargas. Segundo o senador, o esquema foi semelhante ao que teria ocorrido na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. Alvaro Dias apresentou requerimento, em 2009, na Procuradoria-Geral da República (PGR) pedido a apuração das denúncias de superfaturamento nas obras da refinaria construída no Paraná. De acordo com a representação do senador Alvaro Dias, relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) aponta que houve superfaturamento de R$ 800 milhões no Paraná, mas o valor pode chegar a R$ 1,3 bilhão, nos cálculos do Judiciário.

Leia mais no site da revista Época.

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