Dilma abusa da contabilidade criativa, e esconde real situação das contas públicas

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A contabilidade criativa como forma de obscurecer a real situação das contas públicas vem ganhando contornos cada vez mais ousados no governo da presidente Dilma. Este foi o tema de pronunciamento do senador Alvaro Dias, no Plenário, nesta segunda-feira (05). Para o senador, o governo federal vem adotando procedimentos para esconder a expansão da despesa pública, do déficit e da dívida governamental, e como consequência deste expediente, empresas, investidores e trabalhadores perdem confiança nos números exibidos pela União, e passam a ter maior incerteza quanto à real situação das finanças públicas.

“O novo malabarismo fiscal consiste no adiamento dos repasses e pagamentos devidos, inclusive da área social, para evitar que os números comprovem a persistente deterioração da política fiscal e ampliem a desconfiança com relação a este governo que busca avidamente a reeleição. Não podemos esquecer que o governo Dilma já havia se utilizado desse estratagema nefasto no fim de 2013, quando, postergou os repasses do SUS para Estados e municípios, vitais para o custeio da assistência médica à população”, destacou o senador.

Alvaro Dias afirmou que o governo federal estendeu a prática para a Previdência Social, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Bolsa Família e o programa Minha Casa, Minha Vida. Ele lembra que segundo levantamento realizado pelo jornal O Globo, na esfera da Previdência, o governo negociou com o Conselho Nacional de Justiça o adiamento para novembro dos pagamentos de precatórios normalmente feitos em abril. O resultado só aparecerá em dezembro, depois da eleição presidencial. Estão sendo igualmente adiados os repasses para os bancos de aposentadorias de até um salário mínimo e para pagamento do Minha Casa Minha Vida.

“Os pagamentos devidos, mas adiados já somam R$ 10 bilhões. Vale tudo, todos os malabarismos possíveis e imagináveis, para alcançar a meta de superávit primário, que, em fevereiro, foi revista para R$ 91,3 bilhões, ou 1,9% do PIB projetado para 2014 (era de 2,1% do PIB). Com isso, a meta de superávit primário fica a cada dia mais distante”, concluiu o senador Alvaro Dias.

Foto: Luiz Wolff

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